O que é e como iremos lidar com o fenômeno do Apagão Florestal?

Todos nós consumimos florestas em nosso dia a dia. Seja a madeira em estado bruto, utilizada para a construção, decoração e outros bens de consumo, ou ainda materiais desenvolvidos com matérias-primas florestais como o papel, o carvão e etc.

E ainda que busquemos ter uma pegada ambiental mais sustentável, é impossível viver em sociedade sem consumir esses recursos florestais.

 

Apagão florestal

 

Não é de hoje o alerta sobre esse fenômeno: em meados de 1980 já se falava sobre um provável desabastecimento de madeira no futuro. O futuro chegou e, com ele uma declaração do Programa Nacional de Florestas, que veio a público para informar que a área de plantio existente é muito inferior à área que seria necessária para acompanhar o consumo de madeira atual.

Essa demanda crescendo de forma descontrolada, para suprir o mercado nacional e internacional, é preocupante por diversos fatores ambientais e econômicos, e já ficou claro que a natureza não dará conta de se regenerar, sozinha, ao ritmo e à pressão da exploração florestal necessária para o abastecimento do mercado.

Com isso, estamos assistindo florestas nativas sendo destruídas através do desmatamento ilegal e o modelo de produção madeireira em concessões florestais se encaminhando para o esgotamento. Para nós, esse custo ambiental ficará cada vez mais difícil de ser pago.

 

Produção em concessões florestais

 

A concessão florestal foi, durante algum tempo, uma ferramenta importante para garantir a produção sustentável de madeira através da Lei de Gestão de Florestas Públicas. Essa é uma política pública pensada para conservar as florestas públicas brasileiras, através do manejo sustentável, e melhorar a qualidade de vida dos pequenos produtores.

Acontece que um estudo recente, publicado pela USP, revelou que esse sistema é insustentável e se esgotará em 35 anos. O autor do estudo, Edson Vidal, professor da Escola Superior de Agricultura da USP, em Piracicaba, afirma que é preciso repensar o manejo de floresta nativa, caso contrário, ainda que ampliemos a área de produção em 20 vezes, entraremos em esgotamento completo em breve.

Para ele, são necessárias novas políticas que incluam a viabilização do manejo florestal tropical, novas fontes de madeira, entre outras práticas que podem ser conferidas aqui.

Além disso, ele também ressaltou a importância de uma coordenação regional para evitar o comercio ilegal.

 

Riscos do desmatamento

 

Imagine um mundo sem florestas: Ar sem qualidade, aumento da temperatura média, secas prolongadas, ondas de calor e por aí vai.

Por mais distante que isso possa parecer para quem habita os grandes centros urbanos, o avanço do desmatamento desenfreado causa muitos impactos no cotidiano e também na produção agropecuária.

Em 2021, segundo dados do Instituto Imazon, a Amazônia atingiu a pior marca de desmatamento nos últimos anos. Atualmente, especialistas já temem o ponto de não-retorno, quando a mudança nos biomas brasileiros seria tão drástica, que a maior floresta tropical do mundo poderia adquirir características de savana.

Essa catástrofe ambiental causaria a perda de espécies, escassez de água e eventos climáticos extremos ainda mais frequentes. E se você parar para pensar, já estamos sendo impactados pelo reflexo dessa exploração hoje em dia.

 

Oportunidade de negócio

 

Apesar de preocupante, ainda é possível reverter esse cenário e, inclusive, lucrar com isso. A Radix Florestal atua com o reflorestamento de áreas degradadas, instalando florestas comerciais de Mogno Africano, uma espécie nobre e cada vez mais valorizada no mercado internacional.

Plantar árvores, incrementando a área de reflorestamento, foi a forma encontrada pela Radix para suprir a demanda de madeira de forma sustentável e rentável para os nossos investidores, além de aliviar a pressão sobre a Amazônia.

Com isso, além de impactarem positivamente o meio ambiente, nossos sócios ainda serão beneficiados com a tendência de aumento de preços das madeiras nobres. Quer ser um sócio das florestas Radix? Clique aqui e fique por dentro de nossas próximas ofertas públicas.

 

Por Milene Moraes Almeida
Pós-graduada em Marketing Socioambiental e
Agente de Relacionamento com o Investidor Radix

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